Mauro Mendes: o governo da arrogância, da omissão e dos fiascos
Nunca antes em Mato Grosso um governador colecionou, em tão pouco tempo, tantas declarações arrogantes, debochadas e gestos que desrespeitam a sociedade.
O feito negativo de Mauro Mendes é uma soma de fiascos, omissões e desprezo pelo povo.
Veja os exemplos mais recentes:
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1️⃣ O escândalo dos consignados — abandono dos servidores
O governo cruzou os braços diante das denúncias sobre empréstimos consignados fraudulentos que atingem milhares de servidores estaduais.
Em vez de proteger o funcionalismo, Mauro Mendes minimiza o escândalo, tratando-o como uma disputa política.
A realidade é que cerca de 10 mil servidores foram expostos a operações irregulares e abusivas, e o Estado nada faz.
Enquanto sindicatos e entidades cobram investigação e medidas urgentes, o governo silencia e finge não ver.
O dinheiro do servidor some nos bancos clandestinos, e a omissão do governo é escandalosa.
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2️⃣ Os aprovados da Polícia Militar — o deboche
Cobrado sobre a nomeação dos aprovados no concurso da PM, Mauro Mendes reagiu com ironia e descaso.
Disse que “não acorda inspirado pra nomear” e que o tema depende de critérios técnicos e da “demanda”.
Enquanto isso, a violência cresce, e quem sonhou com uma vaga na PM segue à espera, desrespeitado.
Um governador que trata com deboche quem quer servir ao Estado mostra falta de empatia e de compromisso.
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3️⃣ O BRT e o caos no trânsito — o fiasco em movimento
As obras do BRT de Cuiabá viraram sinônimo de desorganização e sofrimento.
O trânsito virou um inferno, comerciantes amargam prejuízos e a população perde horas presas em engarrafamentos.
E qual foi a resposta do governador? Deboche:
“Se criticar resolvesse, eu criticaria o dia inteiro.”
Governar com seriedade é ouvir e corrigir, não debochar.
O BRT é um retrato da arrogância administrativa e da incapacidade de ouvir o povo.
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4️⃣ As fugas no sistema prisional — o colapso da segurança
Enquanto o governador exibe números e propagandas, líderes do Comando Vermelho escapam de presídios sob sua gestão.
Mesmo após milhões gastos com tecnologia, Mauro Mendes questiona se “houve fuga”.
Houve, sim — e o silêncio do governo é tão grave quanto o descuido que permitiu o ocorrido.
A população assiste perplexa à fragilidade de um sistema que deveria proteger, e não expor o Estado ao ridículo.
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⚠️ Conclusão
Em vez de diálogo, arrogância.
Em vez de solução, fiasco.
Em vez de governo, omissão.
Mato Grosso precisa de respeito, responsabilidade e compromisso com o povo —
não de um governador que ri diante da dor alheia e trata o poder como propriedade pessoal.
O povo mato-grossense merece um governo que escute, trabalhe e sirva,
não um que ignore, se exalte e se esconda.